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Atendimentos ambulatoriais na Cirurgia Geral começam na segunda-feira (13)
Recife (PE) – O Hospital das Clínicas da UFPE, ligado à Rede HU Brasil, inicia uma série de mutirões de atendimentos ambulatoriais voltados para a população indígena do Estado esta semana. As consultas começam nesta segunda-feira (13), a partir das 7h, no ambulatório da Cirurgia Geral, com o objetivo de encaminhar para cirurgias os pacientes contemplados. Nesse dia, estão previstos 20 atendimentos de indígenas, que serão transportados pelo município de origem.
“O atendimento à comunidade indígena no HC-UFPE é estruturado para garantir uma assistência humanizada e intercultural, respeitando as tradições e especificidades étnicas. Algumas especialidades médicas, como a cirurgia geral, têm uma grande dificuldade no tratamento in loco das comunidades mais distantes, pela necessidade de um ambiente hospitalar. Por isso, a importância de abrir as portas para a comunidade indígena, com o intuito de promover um diagnóstico precoce, um tratamento adequado e a continuidade do cuidado na área da cirurgia geral”, destacou o coordenador da Área Assistencial de Cirurgia Geral, Álvaro Ferraz.
Este será o primeiro de uma sequência de mutirões promovidos pelas equipes de saúde do HC ao longo da semana. Também haverá mutirões ambulatoriais das áreas assistenciais de Cardiologia (no dia 14, à tarde), Oftalmologia (dia 15, manhã e tarde) e Nefrologia (no dia 15, pela manhã).
Todos os pacientes já estão devidamente agendados; portanto, não haverá atendimento por demanda (“porta aberta”). Os indígenas beneficiados incluem membros dos povos Xukuru, Kambiwá, Pankararu, Fulni-ô, Truká, Atikum, Kambiwá-Tuxá e Pipipã, oriundos de 35 aldeias diferentes em Pernambuco, totalizando 62 atendimentos em três dias.
“Nosso hospital está iniciando uma linha de cuidado específica ao atendimento dos povos indígenas. Como parte dessa implementação, na próxima semana, estamos ofertando vagas de atendimento ambulatorial específicas à saúde indígena na Cirurgia, Cardiologia e Oftalmologia. Com esta e com outras ações que estamos planejando, esperamos reduzir barreiras assistenciais, garantindo acesso a um cuidado de saúde mais qualificado e mais inclusivo a pacientes com vulnerabilidades históricas”, declarou a gerente substituta de Atenção à Saúde, Inês Remígio.














