
Pesquisa Vox Brasil aponta Lula com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% de Flávio Bolsonaro. Resultado indica uma disputa acirrada, com o presidente mostrando força na reta final da campanha.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dá sinais de recuperação na corrida presidencial e aparece tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições de 2026. É o que aponta levantamento do Instituto Vox Brasil Opinião e Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (23).
De acordo com a pesquisa, Lula registra 50,6% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 49,4%. A diferença de apenas 1,2 ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,15 pontos, indicando um cenário de forte equilíbrio entre os dois candidatos.
O resultado chama atenção pela movimentação dos números em relação ao levantamento anterior, divulgado no dia 18 de outubro. Na ocasião, Lula tinha 51% dos votos válidos, contra 49% de Flávio Bolsonaro. Agora, embora a diferença numérica tenha diminuído, o presidente permanece na disputa, mantendo praticamente metade do eleitorado e demonstrando que a eleição segue aberta.
Aprovação do governo Lula
O levantamento também avaliou a percepção dos brasileiros sobre a administração federal. Segundo os dados, 46,9% dos entrevistados aprovam a gestão Lula, enquanto 48,1% desaprovam. Outros 5% não souberam responder.
A pesquisa ouviu 2.100 pessoas em entrevistas presenciais domiciliares, realizadas entre os dias 17 e 23 de outubro. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03259/2026 e custeado com recursos próprios do instituto.
Eleição segue indefinida
Com os números praticamente empatados, a disputa presidencial entra em um momento decisivo. Lula busca consolidar sua posição e ampliar o apoio eleitoral, enquanto Flávio Bolsonaro tenta transformar sua força na reta final em vantagem nas urnas.
O levantamento mostra que nenhum dos dois candidatos tem vantagem estatística consolidada. A reta final da campanha será determinante para saber quem conseguirá conquistar os eleitores ainda indecisos e chegar à votação com maior força política.












