
Foto: Divulgação Whoosh
Quem depende do transporte público para ir e voltar do trabalho conhece bem o desafio da última milha, o trecho entre a estação e o destino final que, muitas vezes, não conta com uma conexão eficiente. Geralmente percorrido em deslocamentos de cerca de 2 quilômetros, esse trajeto pode representar um custo significativo para quem recorre diariamente a carros de aplicativo, especialmente nos horários de pico, quando a alta demanda influencia o valor das corridas.
É justamente nesse cenário que as patinetes compartilhadas ganham espaço. No Recife, um levantamento realizado pela Whoosh mostra que, em percursos desse perfil, o custo da patinete compartilhada pode ser até 49% menor que o de um carro de aplicativo. A comparação foi realizada em horários de pico.
A crescente adoção desse modal também pode ser observada na distribuição das viagens pela cidade. Boa Viagem concentra aproximadamente 30% das corridas realizadas pelas patinetes compartilhadas da Whoosh no Recife. Na sequência aparecem Zona Norte, Pina, Recife Antigo e Boa Vista, entre as regiões com maior utilização do serviço na capital pernambucana.
Para a Whoosh, esse resultado tem relação direta com o propósito da empresa. “A nossa vocação é ser um meio de transporte para a última milha. Muitas pessoas utilizam a patinete para chegar até uma estação de metrô ou trem e seguir viagem no transporte público. Em outros casos, fazem o caminho inverso, saindo da estação até o destino final. É esse tipo de deslocamento curto que buscamos atender”, afirma Cadu Souza, diretor de operações da Whoosh no Brasil.
Os resultados acompanham a transformação do uso das patinetes no país. Antes associadas ao lazer, elas passaram a ser empregadas rotineiramente em horários de entrada e saída do trabalho. Na plataforma da Whoosh, a distância média das viagens é de aproximadamente 2 quilômetros, percorridos em poucos minutos, o suficiente para cobrir o trecho entre a estação e o destino final.
O comportamento de uso, no entanto, varia de cidade para cidade. Em algumas capitais, o movimento se concentra nos dias úteis, puxado pelo deslocamento para o trabalho. Em outras, a demanda se mantém alta também aos finais de semana, reflexo de rotinas urbanas distintas e da forma como cada cidade se conecta com seu sistema de transporte público.
Desde o início da operação no Brasil, em 2023, a Whoosh ampliou sua frota de 1.300 patinetes em Florianópolis para 10 mil veículos em cinco capitais, e já contabiliza mais de 10 milhões de viagens.
Sobre a Whoosh
A Whoosh é uma empresa internacional de tecnologia que desenvolve e implementa de forma independente soluções de transporte de micromobilidade, por meio do uso de patinetes. A empresa que gerencia o serviço, também lançou uma escola de condução para garantir a segurança dos usuários. As patinetes da marca são equipadas com o seu próprio módulo Whoosh IoT (Internet of Things), que permite controlar totalmente o estado e as condições do veículo, incluindo bloqueio de velocidade e monitoramento de rotas. Os dados recebidos dos equipamentos permitem a criação de relatórios analíticos sobre micromobilidade, que podem ser de informação muito útil para as autoridades urbanas responsáveis pelo planeamento e desenvolvimento de políticas ambientais das cidades onde a Whoosh opera. Mais informações no https://whoosh.bike/br












