Pernambuco lidera crescimento da atividade econômica no Nordeste no primeiro semestre

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Pernambuco liderou o avanço da atividade econômica no Nordeste no primeiro semestre de 2026. De acordo com dados do Banco Central, entre janeiro e junho, a economia pernambucana cresceu 4,47% em relação ao mesmo período de 2025, registrando o terceiro melhor desempenho entre as 17 unidades da Federação acompanhadas pela instituição. O resultado ficou atrás apenas do Rio de Janeiro (5,77%) e de Mato Grosso do Sul (4,54%).

O desempenho de Pernambuco ficou bem acima das médias nacional e regional. Enquanto o Brasil cresceu 1,52% no período, o Nordeste registrou alta de 2,38%. No acumulado de 12 meses, entre julho de 2025 e junho de 2026, Pernambuco também apresentou o melhor resultado entre os estados nordestinos acompanhados pelo Banco Central, com crescimento de 3,09%.

“Os dados mostram que Pernambuco vem consolidando uma trajetória de crescimento, com reflexos na atividade econômica, na geração de empregos e na abertura de novas empresas. Liderar o Nordeste e ocupar a terceira posição entre os estados acompanhados pelo Banco Central demonstra a força da nossa economia e nos estimula a seguir trabalhando para ampliar investimentos, fortalecer o ambiente de negócios e gerar cada vez mais oportunidades”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto.

*NOVO CAGED* – O desempenho também se reflete em outros indicadores. Em junho, Pernambuco registrou saldo de 6.162 empregos formais, segundo o Novo Caged. No mesmo mês, foram abertas 12.226 novas empresas, o maior número registrado para junho desde 2009. A taxa de negativação empresarial também caiu de 29,36% para 27,22% em 12 meses, a maior redução registrada no Nordeste, segundo nota técnica da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDEC).

Apesar do avanço no semestre, a atividade econômica recuou 0,36% em junho, na comparação com maio, acompanhando a desaceleração nacional. Para a secretaria, o movimento representa uma acomodação em patamar elevado e não uma reversão da trajetória. O índice pernambucano encerrou junho em 111,12 pontos, apenas 0,4% abaixo do recorde histórico registrado em março.

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